As charges do Chaves

Dos últimos meses de 1969 até meados de 1970, além de repórter de cidade do então poderoso Correio do Povo, tive um grata experiência proporcionada por Heitor Berutti, o Nilo Tapecoara do Bric-a-Brac da Vida. Ao me ver rabiscando alguns desenhos enquanto conseguia algumas informações pelo telefone, ele convidou-me a ilustrar as piadas que publicava diariamente em sua coluna. Passados alguns dias, ousei perguntar se poderia eventualmente fazer algumas charges, com assuntos do momento. Ele me autorizou e passei a exercitar uma outra atividade fascinante. Todos os dias, depois de entregar para o chefe da Redação, Antonio Carlos Ribeiro, as matérias que havia produzido, me dedicava à charge do Bric-a-Brac. As mudanças que se seguiram em minha vida profissional (retornei à ZH) me fizeram concentrar esforços no jornalismo propriamente dito e sepultaram o chargista incipiente. Selecionei algumas delas para compartilhar aqui no Face. Entre elas a em que utilizei o Sofrenildo do inesquecível Sampaulo para fazer uma brincadeira com o mestre que viajara à capital britânica para receber um merecido prêmio. Incluí ainda uma charge que fiz com todos os professores do então Instituto Pré-Universitário e dois trabalhos caseiros – Mufasa e Simba – atendendo pedido de minha filha Maria Júlia quando tinha 3 anos.

 

Deixe um comentário